Simple Organic – maquiagem cool e atenta ao meio ambiente

Cara, eu to doida para experimentar maquiagem vegana, ainda não tive a oportunidade de comprar, mas já pesquisei tanto sobre que cada vez me dá mais vontade. A Simple Organic é uma marca brasileira ativista  de cosméticos certificados por organismos internacionais, que tem em seu manifesto ações e projetos de sustentabilidade e de impacto positivo. Pensa numa marca que pensa 100% em TUDO, já conhecia mas depois de ler tudo isso virei fã.
Vai muito além de rótulos, eles são engajados na causa ambiental.

Formulada com ingredientes orgânicos, veganos e naturais, toda a cadeia produtiva da marca está atenta aos princípios éticos, como bem-estar animal, respeito ao período de plantio, ou seja, seguindo práticas agroecológicas de cultivo.

“A produção de cosméticos orgânicos e veganos exige muito mais que a eliminação de agrotóxicos. Nossas fórmulas são livres de óleo mineral, silicones, corantes artificiais, conservantes e fragrâncias sintéticas, além de demais substâncias que podem prejudicar a saúde e a natureza, e muito menos são test adas em animais. Ser orgânico e vegano está diretamente ligado à preservação do meio ambiente”, destaca Patricia Lima, fundadora da marca.

Na semana em comemoração ao Meio Ambiente, seja na escolha pela não adoção de caixas para abrigar seus produtos até o recolhimento de embalagens para destinação correta do lixo, há uma série de iniciativas desenvolvidas pela marca a fim de contribuir com a preservação da natureza e a conscientização sobre pequenas escolhas do dia a dia.

Conheça as principais delas:

1. Não a caixas e embalagens secundárias como as previstas pela Anvisa l Pioneira na não utilização de caixas e embalagens como alternativa para diminuir a geração de lixo. A alternativa adotada pela Simple Organic foi a criação de saquinhos ecológicos para serem ressignificados da maneira que desejar.

2. Menos plástico l Grande parte do portfólio da marca utiliza vidro e papelão reciclado para abrigar os produtos. As poucas embalagens feitas com plástico são PET, que apresentam um valor comercial muito maior se comparado ao comum para as cooperativas de reciclagem.

3. Logística reversa: “Eu Reciclo” l Engajada na luta pela minimização da produção de lixo, a Simple Organic investe na logística reversa em um processo semelhante à compensação de carbono. Na prática funciona da seguinte forma: os clientes vão até as lojas da Simple Organic para realizar o descarte correto das embalagens, ganham um voucher de desconto e a marca se encarrega de destinar corretamente os itens para as cooperativas de reciclagem de cada cidade.

4. Construção com baixo impacto l A lojas da Simple Organic pelo país contam com personalidade e identidade próprias, mas sempre levando o conceito da marca. Entre os destaques do projeto está a sustentabilidade, que pode ser vista em diversos aspectos: da iluminação aos materiais utilizados nela, com destaque para iluminação LED, revestimentos de piso e parede reciclados, reutilizados ou de baixo impacto para produção, tintas à base de água, lonas de back light com produto PET, torneiras com economizadores de água, espelhos especiais com baixo teor de material poluente.

5. Ação social: Projeto Anajás l A comunidade Anajás, localizada na Ilha de Marajó, no Pará, é amparada por uma parceria firmada entre Simple Organic e Instituto Beraca em prol de comunidades vulneráveis. É lá onde é extraída parte do óleo de Pracaxi, matéria-prima utilizada na fabricação do BBA e do BBCream. Desde novembro de 2018, $1,00 de cada um dos produtos que utilizam o ingrediente em sua composição vendido em lojas físicas e online da marca é destinado para a comunidade.

Fala que a Patrícia não é um mulherão da poha e arrasou demais na criação da marca né não?
E pra quem quer adquirir (assim como eu, rs) vou deixar um link com as franquias e se joga na produção e na make beeeeem baphônica e cool.

Simple Organic

Beijos com batom vegano e olha que vantagem:

  • Livre de substâncias químicas
  • Livre de abusos ao meio ambiente
  • Livre de abusos aos animais
  • Não ressecam a pele
  • Ajudam na hidratação
  • Diminuem a chance de acne
  • Evitam alergias e irritações

 

Práticas sustentáveis e as marcas no mercado atual

Ontem dia 05/06 foi o Dia Mundial do Meio Ambiente  com o intuito de conscientizar a sociedade sobre os problemas ambientais e a importância de preservar os recursos naturais do Planeta. A data foi estabelecida em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, na Suécia

Aqui em casa mudamos algumas coisas, rotinas, hábitos, produtos …
Tudo pensando no impacto que causamos na natureza.

Ah Rafa, mas você realmente acha que vá ajudar?
SIM, eu acho que se todos começarmos de pouco em pouco conseguimos muito.

Atualmente práticas sustentáveis fazem parte do pilar de diferentes marcas no mercado atual

 Nos últimos anos, o mercado tem discutido a temática e algumas marcas passaram a adotar como parte do seu pilar iniciativas de práticas sustentáveis, partindo desde a produção até a apresentação do produto final ao público.
A Unilever acaba de lançar a Love Beauty and Planet, ela é certificada pelo PETA e Vegan Act, mostrando que é possível democratizar a beleza com produtos veganos e sustentáveis. Parte da missão da marca se concentra em reduzir o impacto ambiental, levando a sustentabilidade em seu DNA ao prestar atenção a todos os aspectos da jornada do produto, incluindo ingredientes e embalagens. Por conta disso, a maioria dos ingredientes presentes em suas fórmulas são naturais e extraídos de forma sustentável certificada, com frascos feitos de plástico 100% reciclado a partir de garrafas PETs coletadas por cooperativas locais, e que também são recicláveis.A preocupação com a água está presente na tecnologia exclusiva de enxágue rápido utilizada nos condicionadores da marca, com a ambição de economizar mais de 18 milhões de litros de água em um ano, o que seria suficiente para matar a sede de 25.000 pessoas neste – promovendo o hábito de consumo consciente da água. Love Beauty and Planet também está comprometida em estabelecer parcerias com organizações que respeitam e cuidam do planeta, ajudando a preservá-lo para as gerações futuras. No Brasil, ela chega com o WWF-Brasil, que chancela os esforços de sustentabilidade colocados por trás da marca, fazendo a curadoria de causas que serão abraçadas pela marca e o acompanhamento desses projetos locais.Além disso, a marca atenta-se a diminuir o desperdício e o gás de efeito estufa, controlando sua pegada de carbono – que já é mitigada ao longo da cadeia ao aferir a quantidade de carbono emitida em cada estágio de produção. Para isso, haverá um fundo onde a cada tonelada de carbono emitida, 150 reais serão direcionados para apoiar programas relevantes que visam o combate ao desperdício.
Já a Santista Jeanswear, maior produtora de *denim (Ganga, brim ou denim é um tipo de tecido resistente, feito de algodão, linho ou fibra sintética, em que somente os fios do urdume (longitudinal) são tingidos com corante anil, normalmente com ligamento sarja) no país e pioneira em inovações tecnológicas e sustentáveis na área, mostrando seu engajamento em moda sustentável ao preocupar-se em apoiar o consumo consciente e a preferência por materiais e técnicas em sua produção. Com isso, os produtos e serviços da marca são mais sustentáveis para o meio ambiente, uma vez que os tecidos são mais ecológicos a partir da mistura de fibras, como os da linha UPCYCLE PET, com peças elaboradas a partir da reutilização da matéria-prima, onde o denim é feito com fibras de poliéster de garrafas PET recicladas e algodão reciclado.O Acquasave é também um projeto sustentável da marca, onde ocorre a redução da quantidade de água utilizada em cada cor de jeans produzido. Além disso, a Santista reaproveita a água da chuva para a lavagem de tecidos e utiliza o cupuaçu como amaciante, que tem base natural e resulta em economia de água para lavanderia – atualmente, cerca de 80% dos tecidos da marca já são desengomados industrialmente. Os insumos são reduzidos, o que não gera nenhum resíduo ao meio ambiente, contribuindo assim para reverter o cenário poluído e que já possui recursos naturais escassos.
Laces and Hair, hair spa comandado pela cosmetóloga Cris Dios, pioneiro em tratamentos saudáveis para cabelos, continua até hoje sendo referência no mercado onde atua. Cris se especializa cada vez mais com pesquisas e viagens, em busca do que ama fazer: tratar cabelos com a excelência de um conceito natural e orgânico, aliando seu trabalho à consciência ambiental. Os alicerces ambientais da empresa incluem uma série de cuidados, que vão desde a fabricação dos produtos e aproveitamento de água até o uso de ingredientes orgânicos e ingredientes low chemical, produtos rastreáveis (perdas pequenas) e redução de resíduos através do método chamado hair size que controla e reduz ao mínimo a quantidade de produto químico usada no salão, gerando economia para a empresa e reduzindo também a quantidade de resíduos jogados no meio ambiente, evitando expor suas clientes ao excesso de química. Já a unidade Laces and Hair em Moema, nasceu a partir de um projeto 100% sustentável, que dialoga de forma completa com conceito orgânico e de consciência ambiental. Mais de 80% dos materiais utilizados são reaproveitados, evitando assim o descarte.
O ponto alto é a lavagem dos cabelos, feita com água coletada da chuva, onde cisternas de 20.000 litros armazenam a água, que passa por um sistema de tratamento ativo por osmose reversa.
Dentre os cuidados estão ainda o uso da coloração vegetal e a ferramenta roll meches, que elimina o uso do papel alumínio e produz uma grande economia no uso da coloração. Essa técnica é reaproveitável e ajudou a conservar mais de 4 toneladas de papel alumínio no meio ambiente.
O Laces também utiliza da logística reversa – conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento ou outra destinação final ambientalmente adequada, da compensação de carbono (carbon free) através da parceria firmada há 6 anos com a empresa Carbon Limited, equilibrando e compensando as emissões de gases de efeito estufa, com intuito de reduzir os tóxicos gerados no planeta, e do tratamento de esgoto para minimizar possíveis danos ao meio ambiente.
Todas essas práticas sustentáveis partem de empresas grandes e referências no mercado, que acreditam que por meio de atitudes sustentáveis que partem desde o início da produção e agregado ao círculo virtuoso de vida dos produtos, seja possível reduzir gradativamente os impactos causados ao planeta.
Eu fico tão feliz em ver essas empresas mudando, pensando no futuro, pensando no quão já prejudicamos o nosso ecossistema.
E você, me conta o que tem mudado?